Tem um livro que eu acho maravilhoso, que é Fazendo Meu Filme. E nele tem uma menina que simplesmente AMA filmes e sempre que ela assiste algum, ela o classifica de uma a cinco estrelas. Aqui no blog, todas as minhas críticas para filmes vai ser mais ou menos assim.
Outro
dia, eu fui ao cinema assistir O Doador de Memórias, porque todos os meus
amigos estavam dizendo que era muito bom e eu fui ver com os meus próprios
olhos.
Primeiramente,
eu preciso dizer que eu tenho uma leve queda por filmes sobre utopias ou
distopias, porque é incrível você poder imaginar o mundo em que vivemos hoje de
uma forma diferente. Então, o filme já ganha uma estrela.
Eu,
particularmente, não conhecia muitos do elenco do filme, como a Odeya Rush
(Fiona) e o Cameron Monaghan (Asher). Outros eu só tinha assistido apenas um
filme em que eles participaram, como o Brenton Thwaites (Jonas) e o Jeff
Bridges (O Doador). Mas, eu posso dizer que eles não me decepcionaram. Era
notável a competência dos atores. Mais uma estrela.
A
mensagem que o filme traz é totalmente incrível. Ele faz você pensar se
realmente uma sociedade utópica é uma sociedade ideal. E faz você perceber que,
apesar de todos os males do nosso mundo, ele continua sendo o melhor mundo para
se viver. Por quê? Só assistindo pra saber. Quatro estrelas.
Bom,
a quinta estrela é mais sobre o meu gosto pessoal. Porque o filme pode ter tudo
isso: um assunto que te atraia, um bom elenco, originalidade, uma boa mensagem
para passar, mas você pode não gostar do filme. Mas, como essa é uma crítica
minha, eu posso dizer que o filme é incrível. Cada cena faz você querer mais e
mais. E eu nem vou falar que a maioria do elenco masculino é bem gato...
Duas
curiosidades sobre o filme que eu achei bem característicos da história foi o
cenário e o fato de o início do filme ser em preto e branco.
A
sociedade era uma região de terra que parece que tinha erguido e agora flutuava
no espaço, deixando o “nada” como margem. Acho que isso foi uma forma que
caracterizar a sociedade, porque da mesma forma que está faltando algo
internamente (os sentimentos), está faltando algo externamente.
O filme iniciava preto e branco, o que deu para entender foi que era assim que a sociedade enxergava o mundo. Comum e igual. Mas, ao decorrer do filme (não vou dizer como, já estou dando muito spoiler), Jonas, o personagem principal, passa a enxergar o mundo de outra forma. Com cor, com vida. E a sociedade passa a se mostrar não muito diferente do mundo atual.
Mas,
então, espero que tenham gostado da dica. E, se você assistiu ao filme e não
gostou, me manda um e-mail dizendo o porquê. Quem sabe sua crítica não aparece
aqui no blog? E, se você ainda não assistiu ao filme, corre que ainda pode está
passando nos cinemas!
XOXO,
Ana.