O Doador de Memórias - 5 estrelas

domingo, 28 de setembro de 2014


Tem um livro que eu acho maravilhoso, que é Fazendo Meu Filme. E nele tem uma menina que simplesmente AMA filmes e sempre que ela assiste algum, ela o classifica de uma a cinco estrelas. Aqui no blog, todas as minhas críticas para filmes vai ser mais ou menos assim. 

Outro dia, eu fui ao cinema assistir O Doador de Memórias, porque todos os meus amigos estavam dizendo que era muito bom e eu fui ver com os meus próprios olhos.

Sinopse: Uma pequena comunidade vive em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos. Uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe ao jovem Jonas (Brenton Thwaites), que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno da responsabilidade. (AdoroCinema)

Primeiramente, eu preciso dizer que eu tenho uma leve queda por filmes sobre utopias ou distopias, porque é incrível você poder imaginar o mundo em que vivemos hoje de uma forma diferente. Então, o filme já ganha uma estrela.
Eu, particularmente, não conhecia muitos do elenco do filme, como a Odeya Rush (Fiona) e o Cameron Monaghan (Asher). Outros eu só tinha assistido apenas um filme em que eles participaram, como o Brenton Thwaites (Jonas) e o Jeff Bridges (O Doador). Mas, eu posso dizer que eles não me decepcionaram. Era notável a competência dos atores. Mais uma estrela.
O filme é baseado no livro de Lois Lowry. Eu não li o livro, mas o autor criou uma história totalmente original e não é daqueles filmes clichês que você chega a saber tudo o que o personagem vai fazer antes de acontecer.  O filme é cheio de suspenses e surpresas, que com certeza vão fazer você pensar muito. Três estrelas.
A mensagem que o filme traz é totalmente incrível. Ele faz você pensar se realmente uma sociedade utópica é uma sociedade ideal. E faz você perceber que, apesar de todos os males do nosso mundo, ele continua sendo o melhor mundo para se viver. Por quê? Só assistindo pra saber. Quatro estrelas.
Bom, a quinta estrela é mais sobre o meu gosto pessoal. Porque o filme pode ter tudo isso: um assunto que te atraia, um bom elenco, originalidade, uma boa mensagem para passar, mas você pode não gostar do filme. Mas, como essa é uma crítica minha, eu posso dizer que o filme é incrível. Cada cena faz você querer mais e mais. E eu nem vou falar que a maioria do elenco masculino é bem gato...
Duas curiosidades sobre o filme que eu achei bem característicos da história foi o cenário e o fato de o início do filme ser em preto e branco.
A sociedade era uma região de terra que parece que tinha erguido e agora flutuava no espaço, deixando o “nada” como margem. Acho que isso foi uma forma que caracterizar a sociedade, porque da mesma forma que está faltando algo internamente (os sentimentos), está faltando algo externamente.

O filme iniciava preto e branco, o que deu para entender foi que era assim que a sociedade enxergava o mundo. Comum e igual. Mas, ao decorrer do filme (não vou dizer como, já estou dando muito spoiler), Jonas, o personagem principal, passa a enxergar o mundo de outra forma. Com cor, com vida. E a sociedade passa a se mostrar não muito diferente do mundo atual.

Mas, então, espero que tenham gostado da dica. E, se você assistiu ao filme e não gostou, me manda um e-mail dizendo o porquê. Quem sabe sua crítica não aparece aqui no blog? E, se você ainda não assistiu ao filme, corre que ainda pode está passando nos cinemas!



XOXO, Ana. 

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